Meu blog precisa de descrição ? No lo creo ! Mas eu vou tentar deixa-lo o mais atualizado possível (será?).
quarta-feira, maio 05, 2004
Este fim de semana vou estar em sampa, vamos ver o que rola na minha cidade maravilhosa! Deixa eu ver, vai ser o velho giro, Charles, rabo de peixe, lanterna... ihhh não vai prestar.
Eu ainda preciso encontrar uma maneira de colocar fotos aqui... eu vou dar um jeito ehehehe.
Eu ainda preciso encontrar uma maneira de colocar fotos aqui... eu vou dar um jeito ehehehe.
domingo, maio 02, 2004
Vamos lá, você não podia esquecer da letra, viu o título, lembrou o comecinho... mas não tem essa memória toda... a música continua cada vez mais atual.
Pra Não Dizer Que Não Falei das Flores
(Geraldo Vandré) Int.: Am G
Caminhando e cantando e seguindo a canção
Somos todos iguais braços dados ou não
Nas escolas nas ruas, campos, construções
Caminhando e cantando e seguindo a canção
Vem, vamos embora, que esperar não é saber
Quem sabe faz a hora, não espera acontecer
Pelos campos há fome em grandes plantações
Pelas ruas marchando indecisos cordões
Ainda fazem da flor seu mais forte refrão
E acreditam nas flores vencendo o canhão
Há soldados armados, amados ou não
Quase todos perdidos de armas na mão
Nos quartéis lhes ensinam uma antiga lição
De morrer pela pátria e viver sem razão
Nas escolas, nas ruas, campos, construções
Somos todos soldados, armados ou não
Caminhando e cantando e seguindo a canção
Somos todos iguais braços dados ou não
Os amores na mente, as flores no chão
A certeza na frente, a história na mão
Caminhando e cantando e seguindo a canção
Aprendendo e ensinando uma nova lição
Pra Não Dizer Que Não Falei das Flores
(Geraldo Vandré) Int.: Am G
Caminhando e cantando e seguindo a canção
Somos todos iguais braços dados ou não
Nas escolas nas ruas, campos, construções
Caminhando e cantando e seguindo a canção
Vem, vamos embora, que esperar não é saber
Quem sabe faz a hora, não espera acontecer
Pelos campos há fome em grandes plantações
Pelas ruas marchando indecisos cordões
Ainda fazem da flor seu mais forte refrão
E acreditam nas flores vencendo o canhão
Há soldados armados, amados ou não
Quase todos perdidos de armas na mão
Nos quartéis lhes ensinam uma antiga lição
De morrer pela pátria e viver sem razão
Nas escolas, nas ruas, campos, construções
Somos todos soldados, armados ou não
Caminhando e cantando e seguindo a canção
Somos todos iguais braços dados ou não
Os amores na mente, as flores no chão
A certeza na frente, a história na mão
Caminhando e cantando e seguindo a canção
Aprendendo e ensinando uma nova lição
Barbaridade tchê, um paulistano em Porto Alegre... mais perdido que cusco em procissão e enviando a primeira mensagem para a página? Vou deixar assim mesmo.